CRONICA SCIENCE: A cobaia por traz da cobaia, o experimento sendo testado
AUTORA: Tarrin Bêni Taranis
Ela era apenas uma cobaia e pena era algo que jamais sentiríamos.
Como muitos já sabem Lyandar é uma de nossas melhores agentes, sempre dedicada e sem sentimentos goreanos para deixá-la frágil e sensível. Ela ajudava no laboratório dos Kurs nos experimentos científicos e foi justamente por sua postura exemplar que ela foi presenteada por seu mentor nos experimentos com uma cobaia goreana: Morphine, esse seria o nome de seu novo experimento.
Após ser presenteada Lyandar leva a pequena Morphine até o laboratório para começar seu experimento, foi um procedimento simples, mas que vale a pena ser detalhadamente relatado, como testemunha ocular do fato trarei as palavras que ouvi...
Lyandar joga o corpo pequeno de Morphine sobre a maca, com sua adaga ela corta a saia da garota posteriormente retira seu top, depois vai até o armário e coloca sobre um aparador com roda algumas ferramentas cirúrgicas e alguns vidros contendo líquidos dentro, aproxima da garota dizendo: "sei que pouco importa o que farei com você , mas como te estimo e muito me agrada sua estúpida espontaneidade, serei generosa e só te submeterei a alguns testes."
Enquanto Morphine Olha para a mulher preocupada, não sabe se é uma cientista ou cleptomaníaca, ou uma trombadinha qualquer de gor.
Lyandar vira para o aparador pegando uma pequena seringa e enchendo com um liquido vermelho como sangue, apenas olha para a neguinha e coloca a mão em sua cintura virando-a de bruços: "fique de bruços pequena e não se mova ou ficará sem os movimentos de suas pernas" - injeta o liquido gelado em uma das vértebras da coluna, aproximadamente a 3 ª ou 4ª vértebra: "você vai tirar um cochilo rápido".
Assim que ela começa a dormir Lyandar começa o procedimento, com o bisturi em mãos ela faz um pequeno corte na nuca da mulher, usando um pouco de PVPI ela contém o sangue que começa a brotar, com muita delicadeza ela introduz duas pinças que seguram as laterais do corte, vai até o aparador e pega um pequeno equipamento todo envolvido e esterilizado, ela o encharca com um pouco de clorexidina a 4% que estava em um recipiente pequeno e insere na nuca da pequena, posteriormente ela pega alguns fios quase imperceptíveis e introduz na pequena ligando-os ao equipamento que agora estava alojado no corpo da mulher, Lyandar pega uma agulha em forma de meia lua com um linha grossa e negra atada a mesma e faz um pequeno furo deixando-a dependurada e pega sobre o aparador um bastão com um liquido visguento e aplica nas laterais da abertura, retira as pinças e faz uma pequena costura fechando a abertura por onde ela introduzira o chip.
Virando a garota de barriga para cima ela ajeita seu braços cuidadosamente, ao lado de seu corpo, vai até o canto direito da sala e abre um compartimento secreto retirando dele uma Agulha de Veress, ela faz um pequeno furo no umbigo da menina inserindo a agulha e injeta um liquido amarelado, posteriormente ela retira a seringa que estava ligada a agulha e conecta a um canudo por onde passaria gás carbônico com esta introdução deixa a parede do abdômen afastada dos órgãos internos, ficando mais fácil a visualização das estruturas e tornando mais segura a introdução dos trocateres. Introduz por via oral um trocater,e outro ao lado da Agulha de Veress.
Lyandar prende as mãos de Morphine à maca e aguarda, pois a dose de anestesia que dera era pequena e em breve ela retomaria a consciência, enquanto ela ainda estava adormecida Lyandar organiza alguns itens para serem usados na próxima etapa do experimento. Ela pega uma seringa repleta de sêmens, outra repleta de óvulos e uma terceira com óvulos já fecundados, ela insere todos os fluidos no útero da mulher: "veremos o que vai dar, sei que ela não poderá reproduzir uma quantidade tão grande de filhotes mas darei uma ajudinha a ela" - Lyandar pega uma 4ª seringa repleta de amebas, após ter injetado todos os líquidos na pequena, Lyandar vai até uma mesa, e pega um liquido contendo ganadotrofinacorionica ao qual ela injeta em um dos ovários da garota, assim o útero incharia permitindo o alojamento de um possível feto por um período de duas semanas, junto com hormônio havia um fluido que aceleraria o processo de gestação.
Lyandar retira os trocateres, aos quais foram muito úteis para visualização do corpo da menina, retira em seguida a agulha de veress e coloca um pouco de PVPI nos orifícios na região do umbigo, em seguida umedece um pano branco com um pouco de formaldeído a 30% e coloca no rosto da menina permitindo a inalação do produto, sabendo que o tóxico a faria despertar. Lyandar prepara em uma seringa com enzimas proteolíticas, disodium edta, cloreto de benzalcônio e hormônios, olha para a garota e percebe que ela começava a retomar sua consciência, com a seringa na mão Lyandar veio em sua direção: "sei que deve estar um pouco atordoada mas em breve se sentira melhor", posteriormente injeta a mistura de substancia na veia da pequena e explica o procedimento: "sinta-se feliz você agora é uma de nós, recebeu um chip rastreador que a localizara em qualquer lugar que você vá, têm nele também a função de controlador, sempre que tentar fugir ou insultar um dos nossos você recebera um choque cardiovascular, se insistir nos insultos você poderá ter uma parada cardíaca", acariciando o rosto da pequena e prossegue: "o mais importante foi que eu coloquei óvulos e sêmens em seu útero que espero que sejam fecundados dentro de você , se isso der certo você será a primeira humana capaz de gerar um filhote de kur, mas isso é praticamente impossível, pensando nisso eu injetei essa ultima seringa que fará algumas mutações em seu organismo, já lhe aviso que seu corpo mudará um pouco você irá adquirir pelos em seu corpo e uma resistência física maior que de outros goreanos, sinta-se feliz pois você poderá se a mãe de um Deus. Caso isso aconteça seu filhote terá não só os genes dos kurs mas também os genes de um humano".
Pegando a pequena pelo braço e levando-a até a plataforma colocando em seu nariz uma sonda para oxigênio, fecha a capsula da plataforma e libera o liquido que conservará seu corpo intacto, em breve virei ver como esta indo o experimento, fique tranqüila em breve irei retirar as criaturas de seu ventre.
Foi nesse momento que percebi o quanto Lyandar era astuta e habilidosa, observando o experimento eu já sabia muito bem o que daria certo ou errado em relação a Morphine, mas o grande experimento em questão era a própria Lyandar que mal sabia que eu a observava a distancia através do chip que ela usava.
Após alguns dias Lyandar volta ao laboratório ansiosa para saber como andava seu experimento, observa a pequena na capsula e abre um largo sorriso, da duas batidinhas no vidro pra ver se ela estava acordada, o que seria inútil afinal o liquido que a envolvia a deixava sedada, dando uma volta em torno da capsula observa a pequena, seu ventre estava maior que anteriormente, Lyandar abre a capsula e vê o corpo da mulher repousando vagarosamente enquanto o liquido descia, pega o corpo dela caído ao chão e carrega até a maca, pega uma seringa e injeta mais sedativos na menina evitando que a mesma acorde no meio do procedimento que estava por vir, com a garota sobre a maca Lyandar a vira de lado e injeta uma grande quantidade de anestesia, vira ela de volta colocando-a com seu ventre para cima, com o bisturi ela corta seu ventre logo acima da vagina e abrindo retira uma grande bolsa, de aparência gosmenta e mole, Lyandar a deposita na capsula onde a menina estava anteriormente: se tratava de uma ameba ao qual em dias anteriores Lyandar havia injetado no ventre da menina, agora era algo vivo e grande, algo pronto pra gerar um novo Kur, parte do teste foi aprovado, ou seja o corpo goreano é capaz de abrigar e fortalecer as amebas que são responsáveis por chocarem os filhotes de kurii, Lyandar coloca a mão dentro de seu ventre movimentando suavemente como em busca de algo mais, apos uma grande busca ela percebe que não havia nada além da ameba, ela pega uma seringa e enche com o liquido do ventre da mulher, recolhe um pouco de material e guarda em erlenmayers com rolhas e coloca os recipientes no resfriador.
Com as agulhas Lyandar fecha o ventre da menina e olha para a pequena: "infelizmente nem tudo saiu como planejado, consegui ver o resultado positivo quanto as amebas mas os genes dos kurs não procriaram em seu organismo, eu realmente esperava por isso, mas de toda forma vou mante-los onde estão, ou você os eliminará ou veremos os resultado em breve, agora vou ajudar em sua cicatrização", Lyandar pega um medicamento que parecia uma geléia verde e coloca sobre o ferimento na barriga da garota - "aguardo ansiosamente para analisar seu comportamento, após os procedimentos". Lyandar olha para a garota e coloca um liquido no pano acordando-a, ela ainda estava meio zonza: "agora minha querida vc esta livre para nos servir novamente, assim que se sentir melhor pode descer e cuidar de seu afazeres" - Lyandar se retira do local e volta a sua obrigações com largo sorriso de satisfação estampado em seu rosto.
Foi contudo um experimento interessante, Morphine posso prever suas atitudes, o que acontecerá com seu corpo é algo que por hora não tenho total domínio, mas o que mais me chamou a atenção foi a postura fria e dissimulada de Lyandar, não se abalou em momento algum, ou seja ainda deveria fazer muitos testes com ela para ter certeza que ela vai além de uma goreana.
Texto de Tarrin Bêni Taranis
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